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Laboratórios terão modelo mais voltado ao usuário final e as suas necessidades
O padrão da disrupção será um modelo de negócios novo para o laboratório, no qual ele vai assumir papéis diferentes do atual. Este processo ocorreu com várias tecnologias e modelos de negócio.
O especialista em inovações Clemente Nóbrega vai apresentar a conferência magna do dia 30 de setembro, atividade comum ao 49º Congresso Brasileiro de Patologia Clínica/Medicina Laboratorial e ao 1º Congresso Brasileiro de Informática Laboratorial, sobre disrupção em medicina laboratorial. Conferência magna é um tipo de atividade que ocorre sem que haja nenhuma outra atividade simultânea no congresso para que todos os participantes possam assistir.
Ele explica que disrupção é um conceito que vem ganhando espaço nas teorias da inovação e é adotado quando se quer indicar um tipo de inovação que transforma um setor. “Em nosso caso, o padrão da disrupção será um modelo de negócios novo para o laboratório, no qual ele vai assumir papéis diferentes do atual. Este processo ocorreu com várias tecnologias e modelos de negócio”, conta Nóbrega, que é diretor da empresa Innovatrix.
Segundo ele, é comum que esse processo acabe levando à completa substituição do modelo inicialmente dominante. “O modelo disruptivo vai, aos poucos, roubando market share do estabelecido e pode até mesmo substituí-lo completamente, apesar de nem sempre ocorrer a substituição completa”, esclarece.
“O laboratório tradicional, limitado a atividades entre quatro paredes, vai ser substituído por um modelo cujas atividades serão mais direcionadas ao usuário final e suas necessidades. Nas áreas relativas à saúde, devemos nos preparar para um processo de disrupção no qual o laboratório terá papel muito importante, pois influencia de 70% a 80% das decisões clínicas”, destaca Nóbrega.
Com base no conceito de disrupção, ele aponta que o “novo laboratório” que vai emergir como resultado do processo da disrupção vai entender o seu papel no contexto maior das necessidades de provedores de serviço e do usuário final; vai estender seus serviços para fora das quatro paredes do laboratório; e vai criar soluções de conectividade eletrônica para os prestadores de uma forma que integra dados dentro e fora dos consultórios ou emergências.
Segundo o palestrante, a dinâmica da disrupção está presente em todos os setores, e poder ser considerada um mecanismo chave para a inovação. Sua característica geral é colocar o usuário final no centro, e partir das necessidades dele.
Algumas inovações disruptivas
– Computador pessoal X grandes computadores centralizados da década de 1970
– Smartphone X computador pessoal
– Caixa eletrônico X agências bancárias
– Miniusinas de aço X gigantes siderúrgicas integradas
– Internet banking X atendimento no balcão
– Comércio eletrônico X loja física
– Fotografia digital X fotógrafo tradicional
– Linhas aéreas de baixo custo (ponto a ponto, sem serviço de bordo e sem lugar marcado) X linhas aéreas tradicionais
– Copiadoras de mesa X centros de reprografia
– Amazon X livrarias físicas
– Google X Enciclopédia Britânica
Graduado em Física pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e mestre em Engenharia Nuclear pela Coppe, Clemente Nóbrega trabalhou 11 anos nessa área — sendo cinco na Alemanha — até decidir mudar de profissão. Em 1987, sem possuir qualquer experiência em negócios, entrou para a Amil Assistência Médica. Naquela empresa implantou um processo de Gestão pela Qualidade que, segundo ele, foi considerado inovador em empresas de serviços no Brasil. Em 1991, fez MBA Executivo
na Coppead, e o curso de Strategic Marketing Management, em Harvard (EUA). De 1990 a 2000 foi diretor de marketing da Amil. Escreveu sete livros e diversos artigos para as revistas Exame, Época Negócios,Superinteressante e Você S.A. Em 1997, ganhou o Prêmio Abril pelo ensaio “Em busca de otários”, publicado na revista Exame. No final de 2000 saiu da Amil para dedicar-se a escrever livros, apresentar palestras e realizar workshops.
Fonte: LabNetwork
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