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Mayaro, mais um vírus transmitido pelo Aedes aegypti

 

15/2/2017

 
 
Embora não seja um novo vírus, o Mayaro tem preocupado especialistas desde o ano passado. Ele foi descoberto em 1954 em Trinidad e Tobago, mas até agora só se sabia de surtos isolados na selva amazônica e em outras partes da América do Sul, como Brasil e Venezuela. Em 2016, pesquisadores da Flórida o identificaram no Haiti, em um menino de 8 anos, com febre e dores abdominais.
 
Concluiu-se, portanto, que este vírus pode estar se espalhando pelo continente. “A principal preocupação é de que ele tenha se adaptado, pois antes era transmitido apenas por mosquitos vetores silvestres e agora aparentemente pode ser transmitido por mosquitos vetores urbanos que já estão espalhados pelo mundo: Aedes aegypti principalmente, e o Aedes albopictus”, comenta o médico Jaime Rocha, infectologista da Unimed Laboratório.
 
Este vírus provoca a Febre do Mayaro e os sintomas são semelhantes aos da dengue e chikungunya. Por isso, muitos pacientes podem ser diagnosticados erroneamente com chikungunya. Em um artigo publicado na revista Scientific American, Marta Zaraska, jornalista especializada em ciência, destaca que o Mayaro pode se tornar um problema generalizado. “Ambos os vírus eram originalmente transmitidos por mosquitos da selva, infectando pessoas na região amazônica, mas o chikungunya tem se adaptado e hoje é transmitido por mosquitos urbanos, que também transmitem a febre amarela, a dengue e a zika.”
 
O médico da Unimed Laboratório alerta que se isso se confirmar os cuidados deverão ser redobrados, principalmente porque o Aedes está fortemente presente em todo o Brasil. “A população precisa se conscientizar da importância de medidas simples que ajudam a combater a proliferação do mosquito. O Aedes vive só 45 dias e voa no máximo em um raio de 300 metros de onde nasceu, por isso se cada pessoa cuidar do seu quintal já ajudará bastante. Além disso, para transmitir uma doença, tem que picar primeiro uma pessoa contaminada para depois picar uma suscetível”, orienta o infectologista Jaime Rocha.
 
Os sintomas são muito parecidos com os da dengue e chikungunya. Começa com uma febre inespecífica e cansaço, sem outros sinais aparentes. Logo após podem surgir manchas vermelhas pelo corpo, acompanhadas de dor de cabeça e dores  nas articulações. Os olhos podem também ficar doendo e em alguns casos reporta-se intolerância à luz. São sintomas muito parecidos e por isso a febre do Mayaro pode ser facilmente confundida com dengue ou com chikungunya. No entanto, no Mayaro as dores e o inchaço das articulações podem ser mais limitantes e durar meses para passar.
 
O diagnóstico é feito por exames laboratoriais específicos, já que apenas pelo quadro clínico é difícil diferenciar a Febre Mayaro da chikungunya. Até o momento, não há vacina contra o vírus. O tratamento é dirigido ao alívio dos sintomas e a evolução, em geral, é bastante favorável.
 
 
Fonte:  LabNetwork© (www.labnetwork.com.br)
 
 
 

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